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Produtores de feijão do Tocantins buscam o diferencial da indicação geográfica

Autor: INPI

Depois de vinho, café, carne e cachaça, agora é o feijão que pode gerar mais uma Indicação Geográfica (IG) no Brasil. Produtores do Vale do Rio Javaés, no Tocantins, se reuniram com representantes do INPI, da Embrapa Arroz e Feijão e da Secretaria de Agricultura do estado, no dia 8 de maio, em Palmas, durante a Feira de Tecnologia Agropecuária da Região Amazônica Brasileira (Agrotins), para iniciar o processo de obtenção dos elementos necessários para o pedido de indicação geográfica no INPI. A idéia é valorizar as sementes de feijão do Vale do Rio Javaés que seriam mais resistentes a pragas devido ao solo e à irrigação no local.

O INPI, responsável pela análise e concessão das indicações geográficas, e parceiro oficial no projeto, irá fornecer instrutores nos cursos para os produtores e técnicos locais, orientando-os sobre o processo de registro.

- Eles estão como o Vale dos Vinhedos em 1995. É o início de um processo longo, mas que traz ótimos resultados para quem consegue a indicação geográfica – comentou Lucia Regina Fernandes, analista de indicação geográfica da Coordenação-Geral de Outros Registros, vinculada à Diretoria de Contratos de Tecnologia e Outros Registros do INPI.

O Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, obteve a indicação geográfica para seus vinhos em 2002. Desde então, só obteve bons resultados. Na região, as terras se valorizaram entre 200% e 500% e, segundo dados da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), o número de visitantes na região cresceu 168% entre 2001 e 2007, passando de 45 mil para 120 mil. A qualidade do produto foi reconhecida até pela União Européia.

Além do vinho do Vale dos Vinhedos, estão protegidos com a Indicação de Procedência a Região do Cerrado Mineiro, para o café, o Pampa Gaúcho da Campanha Meridional, para a carne bovina, e Paraty (RJ), para a aguardente de cana tipo cachaça.

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